sexta-feira, 16 de setembro de 2016

QUISQUALIS-AFRICANO (Quisqualis falcata var. mussaendiflora)

À primeira vista lembra muito a Mussaenda de cor vermelha, tanto é que as primeiras mudas que foram colocadas à venda eram frequentemente confundidas com esse arbusto já bastante conhecido e apreciado no paisagismo brasileiro. Estamos falando do QUISQUALIS-AFRICANO ( Quisqualis falcata var. mussaendiflora ) , trepadeira ainda pouco conhecida no Brasil e de múltiplas utilidades podendo até ser mantida como arbusto. E realmente é uma espécie de Quisqualis, gênero que reúne cerca de 14 espécies distribuidas pela África e Ásia e pertencem à família das combretáceas


É planta caducifólia, suas folhas são na forma oval-lanceoladas, simples e opostas, na coloração verde-escuro. Suas flores são minúsculas e com cinco pétalas brancas, reunidas em tufos.


Essas flores na verdade, como nas espécies de Mussaendas, não apresentam maiores atrativos ornamentais e o que realmente impressiona nessa trepadeira são as brácteas grandes coloridas intensamente  em vermelho-vivo com textura levemente aveludada que permanecem muito tempo na planta sem perder o colorido.


Essa espécie é nativa da República Democrática do Congo ( antigo Zaire ) e não suporta temperaturas abaixo de zero devendo ser cultivada preferencialmente em solos areno-argilosos levemente úmidos. Quanto à luz o local ideal para cultivo é exposta ao sol da manhã  e protegida da insolação do meio-dia para a tarde.  



Em paisagismo pode ser cultivada como trepadeira direcionando seus galhos ao suporte logo no início. Também pode ser mantida como arbusto através de podas periódicas, dessa maneiro torna-se uma opção bastante interessante para formar grandes maciços em gramados semelhante ao que se costuma fazer com as Congeas. 


DICAS DE CULTIVO :

Luz : Exposta ao sol da manhã e protegida contra a insolação dos períodos mais quentes da tarde e também em locais de meia-sombra. Isso não quer dizer que não possa ser cultivada a pleno sol, nesse caso o único inconveniente é que as folhas ficam menores e menos brilhantes mas a florada florada fica até mais colorida.

Solos : Areno-argilosos, levemente úmidos e enriquecidos com matéria orgânica.

Origem : República Democrática do Congo ( antigo Zaire ).


Texto e fotos : LUIS  BACHER

Onde encontrar mudas :

DIERBERGER PLANTAS LTDA.
Fazenda Citra - Limeira - SP.
CEASA Campinas - Mercado de Flores - Box R-14
Tel. (19) 3451-1221
www.fazendacitra.com.br



terça-feira, 12 de julho de 2016

YLANG-YLANG ( Canangium odoratum)

O Ylang-Ylang (Canangium odoratum) é uma árvore de porte médio com tamanho variando de 10 a 15 metros, esse nome é de origem inglesa e derivado do malaio "Alang-Alang"que significa a flor das flores. Pertence à familia das anonáceas e é encontrada em estado nativo na India, Filipinas, Arquipélago Malaio e Ilhas do Pacífico. No entanto os maiores plantios dessa espécie para fins comerciais estão localizados nas Ilhas Comores no Oceano Indico.


Sua aparência não chama muito a atenção pois sua copa é estreita e rala e lembra até um parente seu aqui da Amazônia, o Biribazeiro ( Rollinia mucosa ). As flores também pelo visual não impressionam pois são de coloração amarela esverdeada e misturam-se à folhagem da árvore, são agrupadas nas axilas das folhas em racemos curtos e aparecem nos meses de março a maio de forma mais abundante. Floradas esporádicas em menor quantidade ocorrem praticamente durante o ano todo.


Mas o que há de tão especial nessa planta ? O que torna essa árvore inesquecível é o perfume de suas flores que se torna mais marcante ainda no cair da tarde prolongando-se até as manhãs quando pode ser sentido de uma boa distância. Dessas flores é extraido um óleo aromático através de destilação que é utilizado em diversos perfumes inclusive no famosíssimo Chanel n.5.


As populações nativas dos países onde ocorre o Ylang-Ylang costumam fazer adornos com sua ramagem florida e perfumada para enfeitarem suas residências. As árvores dessa espécie cultivadas aqui no Brasil produzem grande quantidade de frutos em pencas que quando maduros são muito apreciados por pássaros frugívoros.


Por ser árvore de madeira mole, típico de plantas da família das anonáceas, deve ser cultivada em parques, alamedas e jardins espaçosos longe de construções.


Curiosidade: As flores do Ylang-Ylang são polinizadas por mariposas, à noite portanto seu cheiro é mais intenso sendo liberado desde o anoitecer até o amanhecer. Essas flores para serem usadas no processo de destilação devem ser colhidas ao nascer do sol, quando seu aroma ainda está intenso.


DICAS DE CULTIVO : Plantar em covas espaçosas com pelo menos 50 cm. de diâmetro por 50 cm. de profundidade juntando 10 litros de esterco bovino ou 10 litros de terra vegetal mais 500 gramas de farinha de ossos ou superfosfato simples. Misturar bem todos os adubos com a terra retirada da cova, nivelar bem e plantar a muda em seguida . Também é importante fazer uma coroa ao redor da cova para reter melhor a água das irrigações.

Texto e fotos :  LUIS BACHER

Onde encontrar mudas :
DIERBERGER PLANTAS LTDA.
Fazenda Citra - Limeira - SP.
CEASA CAMPINAS - Mercado de Flores - Box R-14
www.fazendacitra.com.br
Tel. (19) 3451-1221


sábado, 4 de junho de 2016

RODA-DE-FOGO, A ÁRVORE DO ROTARY ( Stenocarpus sinuatus )

O nome do gênero vem do grego stenos (estreito) e karpos (fruto), isso devido ao formato dos frutos que são estreitos e achatados. A espécie sinuatus (sinuoso) vem do latim e se refere às margens onduladas das folhas. O gênero Stenocarpus reúne 22 espécies de plantas de folhagem perene incluindo arbustos e árvores pertencendo à família das proteáceas. Lembrando que as proteáceas são famosas pela beleza impressionante de suas flores.


Estas espécies são distribuidas pela Malásia, Nova Caledônia e principalmente Austrália e sem dúvida nenhuma a árvore Roda-de-Fogo (Stenocarpus sinuatus) é a mais bela representante desse gênero. Essa árvore com tamanho variável entre 9 a 20 metros é endêmica das florestas úmidas e quentes da costa leste da Austrália e apresenta crescimento vertical.


A sua floração é uma das mais belas dentre as árvores australianas pois suas inflorescências de coloração vermelho-fogo saem diretamente dos galhos com flores de 8 a 10 cm. de diâmetro cobrindo os ramos  quase que totalmente. O desenho individual da flor lembra uma engrenagem denteada o que a levou a ser comparada com o simbolo dos rotarianos passando também a ser chamada popularmente como Árvore-do-Rotary.


A Fazenda Citra ( www.fazendacitra.com.br ) introduziu essa espécie em suas coleções no início da década de 70 e curiosamente com material procedente da Nova Zelândia e não da Austrália seu país de origem. Hoje as árvores plantadas na fazenda já são adultas e florescem várias vezes ao ano.


DICAS DE CULTIVO : 

Plantio : Pode ser plantada em qualquer época do ano em covas de 50 cm. de diâmetro por 50 cm. de profundidade adubadas com 20 litros de esterco de curral ( ou terra vegetal ) mais 500 gramas de superfosfato simples ou farinha de ossos.
Solos:  Vários tipos de solos preferencialmente os ricos em matéria orgânica, descompactados e bem drenados.
Luz:  Pleno sol.
Clima: Tropical e subtropical.

Texto e fotos : LUIS BACHER

Onde encontrar mudas :
DIERBERGER  PLANTAS  LTDA.
Fazenda Citra - Limeira - SP.
CEASA CAMPINAS - Mercado de Flores Box R-14
www.fazendacitra.com.br
Tel. (19) 3451-1221



domingo, 17 de abril de 2016

A FRUTA-DO-MILAGRE ( Synsepalum dulcificum )

Imagine você consumir uma fruta de polpa ácida como um Limão, um Camu-Camu ou então um Cambuci e sentir que o sabor dessas frutas na verdade é adocicado e sem nenhuma acidez. Mas isso seria possível ? Sim é possível, basta que você alguns minutos antes saboreie uma Fruta-do-Milagre.


É que essa frutinha contém em sua polpa uma proteina chamada miraculina que ao entrar em contato com as papilas gustativas da lingua inibe a nossa capacidade de sentir a acidez e o amargo dos alimentos. Dessa maneira as frutas ácidas e amargas "milagrosamente" tornam-se extremamente agradáveis ao paladar. Essa fruta que ainda é novidade aqui no Brasil já é utilizada a séculos pelos africanos para adoçar seus alimentos e atualmente já é bem conhecida no Japão, Estados Unidos e Europa onde são comercializados vários produtos confeccionados à base de sua polpa.


A Fruta-do-Milagre ( Synsepalum dulcificum ) também conhecida internacionalmente como Miracle Fruit é nativa da África Ocidental e pertence à familia das sapotáceas. É um arbusto de porte reduzido atingindo em média 1 metro de altura e inicia a produção de frutos com apenas 20 a 30 cm. de porte. Seu crescimento é bastante lento e é multiplicado exclusivamente pelas sementes. O conjunto das folhas, frutos e porte reduzido a tornam uma planta excepcional para cultivo em vasos podendo ser cultivada em locais de pleno sol e meia-sombra em áreas de pouco espaço onde frutificará várias vezes durante o ano. A planta inicia a produção em torno de 3 a 4 anos após a semeadura.


Essa espécie é ainda desconhecida pela maioria dos consumidores de plantas e seu cultivo está restrito a colecionadores de frutíferas raras. Por ser uma planta de crescimento um tanto lento e bastante rara o custo da muda já em fase de produção é relativamente alto em relação às espécies mais comuns. O custo de mudinhas recém transplantadas é bem mais em conta.


Curiosidade: Essa frutífera já é conhecida nos meios botânicos desde o século XVIII quando o explorador francês Chevalier des Marchais em 1725 em expedição pesquisou essa espécie e outras plantas nativas da África Ocidental. A frutinha lhe chamou a atenção pelo fato dos nativos a mastigarem antes de consumirem os alimentos.

Dicas de cultivo: Devido ao seu porte reduzido pode ser cultivada sempre em vasos . Cultivar em solos preferencialmente ácidos com PH entre 4,5 a 5,8 e principalmente bem drenados. Quando cultivada em locais com excesso de umidade pode ser atacada pelo fungo da ferrugem. O solo ou o substrato do vaso deve ser mantido levemente úmido sem encharcamentos.

Texto e fotos : LUIS BACHER

Onde encontrar mudas :
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sábado, 19 de março de 2016

A RAINHA-DAS-ÁRVORES ( Amherstia nobilis )

Considerada por muitos como a mais bela e nobre das árvores floríferas a Amherstia nobilis Wall. pertence à familia das fabáceas e é originária de Burma ( atual Myanmar ) , pequeno país localizado na Ásia, mais precisamente na porção norte-ocidental da península da Indochina tendo grande parte do seu território coberto por florestas tropicais. Pouco depois do seu descobrimento pelos botânicos o seu cultivo em coleções já teve início em 1837 em Burma e devido à beleza e suas flores foi levada para a Inglaterra onde chegou a florescer em estufas especiais para plantas tropicais. Também encontrada em estado nativo na India a Amherstia é única espécie no gênero e no Brasil  a sua introdução foi através do Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Devido à sua difícil propagação pelo fato da árvore produzir pouquíssimas sementes e a multiplicação vegetativa apresentar poucos resultados satisfatórios, a planta foi pouco disseminada em nosso país e os poucos exemplares existentes são vistos em jardins botânicos e coleções particulares de admiradores de plantas raras. Nas publicações sobre plantas em lingua inglesa a Amherstia recebe os nomes de "Pride of Burma" e "Queen of Flowering Trees"e a espécie realmente faz jus a essas denominações. É árvore copada e densamente folhada com porte de 7 a 18 metros e torna-se simplesmente espetacular quando desabrocha seus longos rácimos de flores vermelhas com as corolas caprichosamente manchadas de amarelo-vivo como se fossem pinceladas. Floresce praticamente o ano todo porém a floração intensifica-se a partir de julho, agosto , setembro e durante os meses mais quentes do ano. Suas brotações apresentam duas a três folhas novas pendentes e de coloração  marron-avermelhadas com textura bastante delicada o que torna a árvore extremamente ornamental mesmo quando sem flores. As vagens quando nova apresentam coloração avermelhada e também chamam a atenção pela beleza.

Cultivo :  A Amherstia requer clima quente, solo rico em matéria orgânica, bem drenado e um bom teor de umidade tanto no ar como na cova, sendo que locais mais indicados para seu cultivo são as faixas litorâneas. Quando cultivada em locais mais secos durante  os meses de estiagem devem ser feitas irrigações periódicas pois suas folhas novas com a falta de umidade tendem a secar. O plantio das mudas deve ser feito em covas espaçosas ( 60 cm. de diâmetro por 60 cm. de profundidade) adubadas com 20 litros de esterco bovino bem curtido (ou 20 litros de terra vegetal) e 500 gramas de farinha-de-ossos ou superfosfato simples. Durante o seu desenvolvimento inicial a coroa ao redor do tronco deve ser ampla e protegida por cobertura morta (mulching), livre de gramíneas ou outras forrações. Após 3 meses de plantio já pode ser iniciada a adubação química trimestral com NPK 10-10-10, primeiramente com 50 gramas e posteriormente aumentando as aplicações conforme o desenvolvimento da planta. Plantas obtidas por alporquia e bem nutridas florescem já no primeiro ano de plantio.
Propagação : As mudas de Amherstia são obtidas através de alporquia e também através de sementes que devem ser colhidas do chão sob pois as vagens quando no ponto de colheita abrem naturalmente expelindo as sementes.

Texto de fotos : LUIS BACHER

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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

A BAUHINIA-TREPADEIRA ( Bauhinia scandens )

           O gênero Bauhinia pertence à família das fabáceas e reúne mais de 350 espécies distribuidas pelos continentes asiático, africano e americano em regiões de clima tropical e subtropical. O nome Bauhinia é uma homenagem aos irmãos franco-suiços e botânicos Caspar e Jean Johannes Bauhin que não eram gêmeos como se presumia. Esse gênero é constituido por árvores, arbustos e trepadeiras com folhas simples com 3 a 8 nervuras, inteiras ou bilobadas com dois folíolos. Suas espécies produzem flores nas mais variadas cores, brancas, amarelas, púrpuras e vermelhas, sempre em racemos simples e terminais, raras vezes axilares ou em panículas e corimbos. As plantas desse gênero são conhecidas popularmente como Unha-de-Vaca ou Pata-de-Vaca devido ao formato de suas folhas, isso no Brasil pois na África são chamadas de Pata-de-Camelo. Suas flores são muito vistosas e ornamentais, sendo bastante usadas em em paisagismo e arborização urbana o que torna as espécies arbóreas mais populares. Dentre as espécies de Bauhinia existem algumas trepadeiras de grande valor ornamental que ainda são pouco conhecidas aqui no Brasil sendo encontradas principalmente em jardins de colecionadores. Uma delas é a Bauhinia scandens L. que aos poucos vai se destacando no paisagismo brasileiro. Essa planta é originária do sudeste asiático e se adaptou muito bem às condições climáticas brasileiras e os poucos exemplares que são vistos floridos encantam pela beleza e perfume das flores. É uma planta bastante vigorosa com pequenas folhas bilobadas e perenes com formato de pequenas borboletas, sua brotação é de coloração avermelhada. Suas flores são brancas com estames vermelhos com aproximadamente 2,5 centímetros de diâmetro lembrando pequenas orquídeas com um leve aroma de chocolate. Apresenta comportamento bastante versátil podendo ser mantida como arbusto através de podas periódicas ou então como trepadeira servindo para cobrir cercas, alambrados, taludes, caramanchões, treliças e pergolados. Sua floração é abundante e o auge ocorre durante a primavera produzindo também floradas esporádicas em outras épocas do ano mas em menor quantidade. Como as demais espécies de Bauhinias essa também é bastante atrativa a beija-flores.

DICAS DE CULTIVO :

Clima : Tropical e subtropical
Luz : pleno sol
Solos : Evitar solos compactados preferindo os ricos em matéria orgânica e bem drenados.
Plantio : Plantar em covas bem espaçosas enriquecidas com 10 litros de terra vegetal mais 300 gramas de farinha de ossos.
Irrigação : Até a planta estabelecer as raízes ao solo irrigar pelo menos três vezes por semana. À medida que a planta for se desenvolvendo a frequência das irrigações pode ser diminuida.
Podas; Caso queira mantê-la com formato arbustivo devem ser feitas podas frequentes evitando a formação de ramos longos. Em locais espaçosos onde a planta possa crescer à vontade as podas não são necessárias.
Adubação : A adubação de manutenção pode ser feita com NPK 10-10-10 em doses pequenas aumentando à medida que a planta for se desenvolvendo.
Obs. No inicio a planta apresenta um desenvolvimento bastante lento e exige maiores cuidados.

Texto e fotos : LUIS BACHER

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terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

CIPÓ-ALHO ( Mansoa alliacea )

          O Brasil é o paraíso das bignoniáceas, basta observarmos a quantidade de ipês nativos por aqui, até a árvore símbolo de nosso país pertence a essa família, o Ipê-Tabaco ( Handroanthus vellosoi ). As espécies trepadeiras são incontáveis, com floradas exuberantes nos mais variados tons de cores. São tantas espécies que algumas são até um tanto "injustiçadas" que é o caso do CIPÓ-ALHO (Mansoa alliacea). Essa trepadeira de floração espetacular é mais conhecida no exterior que aqui no Brasil e é fácil conferir essa informação, basta digitar Garlic Vine nos sites de busca e aparecem centenas de artigos e imagens sobre a planta em sites de outros países pelo mundo todo. Essa trepadeira é bastante vigorosa e extremamente florífera, floresce várias vezes durante o ano, sua floração surge em grande quantidade com inflorescências compactas e arredondadas. As flores recém desabrochadas são de coloração rosa-arroxeadas e à medida que vão ficando mais maduras vão mudando para rosa bem claro quase branco resultando em efeito visual muito interessante, semelhante aos dos manacás. O Cipó-Alho é encontrado em estado nativo por toda a Amazônia brasileira e de países vizinhos do norte da América do Sul onde é chamado de ajo sacha em espanhol quíchua que significa alho silvestre. Existem referências que essa planta é usada na culinária para substituir o alho e também para fins medicinais. Em paisagismo apresenta inúmeras utilidades: para cobrir alambrados, cercas, caramanchões e também pode ser conduzida como arbusto isso através de podas frequentes.

INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES :

Luz : Pleno sol.

Solos : Vários tipos de solos, preferencialmente os ricos em matéria orgânica e descompactados.

Origem : Norte da América do Sul e partes da América Central.

Texto e fotos : Luís Bacher

Onde encontrar mudas :

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