sábado, 31 de dezembro de 2016

O IPÊ-BRANCO DE FLORAÇÃO PROLONGADA ( Handroanthus avellanedae "Alba")

Entres as muitas belas espécies de ipês uma merece um destaque especial, o Ipê-Roxo ou Pau D'Arco (Handroanthus avellanedae ) que impressiona tanto pela fantástica florada como pela madeira de excelente qualidade. O que pouca gente sabe é que essa espécie apresenta uma variação bastante rara que produz flores na coloração branca .


Ficamos conhecento essa variedade através do saudoso Dr. Hermes Moreira de Souza, antigo responsável pelo setor  de Plantas Ornamentais do Instituto Agronômico de Campinas, na oportunidade ele nos trouxe alguns galhos (garfos) para enxertar e nos incumbiu de preservar essa rara variação que segundo ele só se manteria as características da planta através de propagação vegetativa.


Fizemos alguns enxertos desse ipê classificado por ele como Handroanthus avellanedae "Alba" e as poucas mudas que pegaram nós dividimos, as nossas foram plantadas aqui na Fazenda Citra em Limeira como matrizes para futuro fornecimento de material vegetativo para novas enxertias. Atualmente com plantas matrizes bem desenvolvidas iniciamos a enxertia em maior quantidade e os exemplares obtidos estamos fornecendo aos interessados em em plantas raras e diferentes. A enxertia vem sendo feita utilizando o Ipê-Roxo (Handroanthus avellanedae ).


Entre julho e agosto e agosto é possível observar um exemplar florescendo logo na entrada da Fazenda Citra, além da vistosa florada branca produzida pela árvore um outro fator que chama muito a atenção é o período prolongado do florescimento que se estende de 30 a 40 dias ao contrário do tradicional Ipê-Branco (Handroanthus roseo-alba) cujas flores caem entre 3 a 5 dias. 


Observando os detalhes das flores notamos que a corola da flor dessa variedade apresenta coloração amarela e as da espécie branca tradicional são rosadas do lado externo. Essa árvore é considerada de porte grande com tamanho variando entre 20 a 30 metros e deve ser plantada em grandes jardins, parques, alamedas, preferencialmente afastada de construções.


DICAS DE CULTIVO : 

Luz : Pleno sol .

Solos : Profundos, ricos em matéria orgânica e descompactados.

Observação :  Como essas mudas são obtidas de enxertia elas apresentam uma ramificação abundante e é recomendado podar os galhos em excesso para dar um melhor formato à árvore.

Texto e Fotos :  LUIS BACHER

Onde encontrar mudas :

DIERBERGER PLANTAS LTDA.
Fazenda Citra - Limeira - SP.
CEASA Campinas - Mercado de Flores - Box R-14
Tel. (19) 3451-1221
www.fazendacitra.com.br 




terça-feira, 6 de dezembro de 2016

A MUSSAENDA-DOURADA DOBRADA (Mussaenda x hybrid)

Mussaenda é um gênero de plantas floríferas pertencentes à família das rubiáceas e são conhecidas em torno de 190 espécies. São nativas de regiões tropicais e subtropicais da África e Ásia sendo que muitas dessas espécies são extremamente ornamentais e tornaram-se populares nas regiões de clima quente pelo mundo todo.


Durante os meses mais quentes e úmidos do ano desenvolvem-se vigorosamente e florescem abundantemente proporcionando um espetáculo sem igual, tanto pelas cores como pela quantidade de flores. As mussaendas são fáceis de identificar mesmo à distância pois esses arbustos ficam totalmente cobertos de sépalas brancas, rosas e vermelhas  permanecendo coloridas por um longo período. São bastante sensíveis a clima frio, principalmente as dobradas híbridas que na grande maioria foram desenvolvidas na Ásia em locais bastante quentes e úmidos. Temperaturas entre 6 e 7 graus podem queimá-las com queda total da folhagem.


Na verdade o que torna as mussaendas tão vistosas e impressionantes não são as flores e sim a enorme quantidade de sépalas coloridas que são agrupadas nos ponteiros dos ramos. As flores na realidade são pequenas e em formato de estrelas com cinco pontas e quase que imperceptíveis. Nas variedades simples cada florzinha é acompanhada de uma sépala, já nas dobradas pode haver até cinco sépalas por flor.


Uma das variedades de mussaenda introduzidas no mercado mais recentemente é a chamada Mussaenda-Dourada dobrada, cuja floração é bastante diferente das mais conhecidas, suas sépalas apresentam uma mistura de cores que vai do salmão, laranja ao amarelo. Essa mistura de cores dá um tom dourado à floração. O tamanho desse arbusto é bastante parecido ao dos outros cultivares ficando em torno de 2 a 3 metros.


A floração da Mussaenda-Dourada dobrada é espetacular e de longa durabilidade, o inicio ocorre entre outubro e novembro prolongando-se até maio e junho quando chega o inverno. Esse será o segundo ano de comercialização dessa variedade, com certeza será mais uma ótima opção para o paisagismo brasileiro.



DICAS DE CULTIVO :

Luz : Sua coloração fica mais expressiva quando cultivada  a pleno sol, em locais parcialmente sombreados o colorido de suas sépalas fica mais claro.                

Solos : Preferencialmente solos férteis, descompactados e bem drenados.

Origem : Ásia.


Texto e Fotos :   LUIS BACHER


Onde encontrar mudas :

DIERBERGER PLANTAS LTDA.
Fazenda Citra - Limeira - SP.
CEASA Campinas - Mercado de Flores - Box R-14
Tel. (19) 3451-1221
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sexta-feira, 16 de setembro de 2016

QUISQUALIS-AFRICANO (Quisqualis falcata var. mussaendiflora)

À primeira vista lembra muito a Mussaenda de cor vermelha, tanto é que as primeiras mudas que foram colocadas à venda eram frequentemente confundidas com esse arbusto já bastante conhecido e apreciado no paisagismo brasileiro. Estamos falando do QUISQUALIS-AFRICANO ( Quisqualis falcata var. mussaendiflora ) , trepadeira ainda pouco conhecida no Brasil e de múltiplas utilidades podendo até ser mantida como arbusto. E realmente é uma espécie de Quisqualis, gênero que reúne cerca de 14 espécies distribuidas pela África e Ásia e pertencem à família das combretáceas


É planta caducifólia, suas folhas são na forma oval-lanceoladas, simples e opostas, na coloração verde-escuro. Suas flores são minúsculas e com cinco pétalas brancas, reunidas em tufos.


Essas flores na verdade, como nas espécies de Mussaendas, não apresentam maiores atrativos ornamentais e o que realmente impressiona nessa trepadeira são as brácteas grandes coloridas intensamente  em vermelho-vivo com textura levemente aveludada que permanecem muito tempo na planta sem perder o colorido.


Essa espécie é nativa da República Democrática do Congo ( antigo Zaire ) e não suporta temperaturas abaixo de zero devendo ser cultivada preferencialmente em solos areno-argilosos levemente úmidos. Quanto à luz o local ideal para cultivo é exposta ao sol da manhã  e protegida da insolação do meio-dia para a tarde.  



Em paisagismo pode ser cultivada como trepadeira direcionando seus galhos ao suporte logo no início. Também pode ser mantida como arbusto através de podas periódicas, dessa maneiro torna-se uma opção bastante interessante para formar grandes maciços em gramados semelhante ao que se costuma fazer com as Congeas. 


DICAS DE CULTIVO :

Luz : Exposta ao sol da manhã e protegida contra a insolação dos períodos mais quentes da tarde e também em locais de meia-sombra. Isso não quer dizer que não possa ser cultivada a pleno sol, nesse caso o único inconveniente é que as folhas ficam menores e menos brilhantes mas a florada florada fica até mais colorida.

Solos : Areno-argilosos, levemente úmidos e enriquecidos com matéria orgânica.

Origem : República Democrática do Congo ( antigo Zaire ).


Texto e fotos : LUIS  BACHER

Onde encontrar mudas :

DIERBERGER PLANTAS LTDA.
Fazenda Citra - Limeira - SP.
CEASA Campinas - Mercado de Flores - Box R-14
Tel. (19) 3451-1221
www.fazendacitra.com.br



terça-feira, 12 de julho de 2016

YLANG-YLANG ( Canangium odoratum)

O Ylang-Ylang (Canangium odoratum) é uma árvore de porte médio com tamanho variando de 10 a 15 metros, esse nome é de origem inglesa e derivado do malaio "Alang-Alang"que significa a flor das flores. Pertence à familia das anonáceas e é encontrada em estado nativo na India, Filipinas, Arquipélago Malaio e Ilhas do Pacífico. No entanto os maiores plantios dessa espécie para fins comerciais estão localizados nas Ilhas Comores no Oceano Indico.


Sua aparência não chama muito a atenção pois sua copa é estreita e rala e lembra até um parente seu aqui da Amazônia, o Biribazeiro ( Rollinia mucosa ). As flores também pelo visual não impressionam pois são de coloração amarela esverdeada e misturam-se à folhagem da árvore, são agrupadas nas axilas das folhas em racemos curtos e aparecem nos meses de março a maio de forma mais abundante. Floradas esporádicas em menor quantidade ocorrem praticamente durante o ano todo.


Mas o que há de tão especial nessa planta ? O que torna essa árvore inesquecível é o perfume de suas flores que se torna mais marcante ainda no cair da tarde prolongando-se até as manhãs quando pode ser sentido de uma boa distância. Dessas flores é extraido um óleo aromático através de destilação que é utilizado em diversos perfumes inclusive no famosíssimo Chanel n.5.


As populações nativas dos países onde ocorre o Ylang-Ylang costumam fazer adornos com sua ramagem florida e perfumada para enfeitarem suas residências. As árvores dessa espécie cultivadas aqui no Brasil produzem grande quantidade de frutos em pencas que quando maduros são muito apreciados por pássaros frugívoros.


Por ser árvore de madeira mole, típico de plantas da família das anonáceas, deve ser cultivada em parques, alamedas e jardins espaçosos longe de construções.


Curiosidade: As flores do Ylang-Ylang são polinizadas por mariposas, à noite portanto seu cheiro é mais intenso sendo liberado desde o anoitecer até o amanhecer. Essas flores para serem usadas no processo de destilação devem ser colhidas ao nascer do sol, quando seu aroma ainda está intenso.


DICAS DE CULTIVO : Plantar em covas espaçosas com pelo menos 50 cm. de diâmetro por 50 cm. de profundidade juntando 10 litros de esterco bovino ou 10 litros de terra vegetal mais 500 gramas de farinha de ossos ou superfosfato simples. Misturar bem todos os adubos com a terra retirada da cova, nivelar bem e plantar a muda em seguida . Também é importante fazer uma coroa ao redor da cova para reter melhor a água das irrigações.

Texto e fotos :  LUIS BACHER

Onde encontrar mudas :
DIERBERGER PLANTAS LTDA.
Fazenda Citra - Limeira - SP.
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sábado, 4 de junho de 2016

RODA-DE-FOGO, A ÁRVORE DO ROTARY ( Stenocarpus sinuatus )

O nome do gênero vem do grego stenos (estreito) e karpos (fruto), isso devido ao formato dos frutos que são estreitos e achatados. A espécie sinuatus (sinuoso) vem do latim e se refere às margens onduladas das folhas. O gênero Stenocarpus reúne 22 espécies de plantas de folhagem perene incluindo arbustos e árvores pertencendo à família das proteáceas. Lembrando que as proteáceas são famosas pela beleza impressionante de suas flores.


Estas espécies são distribuidas pela Malásia, Nova Caledônia e principalmente Austrália e sem dúvida nenhuma a árvore Roda-de-Fogo (Stenocarpus sinuatus) é a mais bela representante desse gênero. Essa árvore com tamanho variável entre 9 a 20 metros é endêmica das florestas úmidas e quentes da costa leste da Austrália e apresenta crescimento vertical.


A sua floração é uma das mais belas dentre as árvores australianas pois suas inflorescências de coloração vermelho-fogo saem diretamente dos galhos com flores de 8 a 10 cm. de diâmetro cobrindo os ramos  quase que totalmente. O desenho individual da flor lembra uma engrenagem denteada o que a levou a ser comparada com o simbolo dos rotarianos passando também a ser chamada popularmente como Árvore-do-Rotary.


A Fazenda Citra ( www.fazendacitra.com.br ) introduziu essa espécie em suas coleções no início da década de 70 e curiosamente com material procedente da Nova Zelândia e não da Austrália seu país de origem. Hoje as árvores plantadas na fazenda já são adultas e florescem várias vezes ao ano.


DICAS DE CULTIVO : 

Plantio : Pode ser plantada em qualquer época do ano em covas de 50 cm. de diâmetro por 50 cm. de profundidade adubadas com 20 litros de esterco de curral ( ou terra vegetal ) mais 500 gramas de superfosfato simples ou farinha de ossos.
Solos:  Vários tipos de solos preferencialmente os ricos em matéria orgânica, descompactados e bem drenados.
Luz:  Pleno sol.
Clima: Tropical e subtropical.

Texto e fotos : LUIS BACHER

Onde encontrar mudas :
DIERBERGER  PLANTAS  LTDA.
Fazenda Citra - Limeira - SP.
CEASA CAMPINAS - Mercado de Flores Box R-14
www.fazendacitra.com.br
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domingo, 17 de abril de 2016

A FRUTA-DO-MILAGRE ( Synsepalum dulcificum )

Imagine você consumir uma fruta de polpa ácida como um Limão, um Camu-Camu ou então um Cambuci e sentir que o sabor dessas frutas na verdade é adocicado e sem nenhuma acidez. Mas isso seria possível ? Sim é possível, basta que você alguns minutos antes saboreie uma Fruta-do-Milagre.


É que essa frutinha contém em sua polpa uma proteina chamada miraculina que ao entrar em contato com as papilas gustativas da lingua inibe a nossa capacidade de sentir a acidez e o amargo dos alimentos. Dessa maneira as frutas ácidas e amargas "milagrosamente" tornam-se extremamente agradáveis ao paladar. Essa fruta que ainda é novidade aqui no Brasil já é utilizada a séculos pelos africanos para adoçar seus alimentos e atualmente já é bem conhecida no Japão, Estados Unidos e Europa onde são comercializados vários produtos confeccionados à base de sua polpa.


A Fruta-do-Milagre ( Synsepalum dulcificum ) também conhecida internacionalmente como Miracle Fruit é nativa da África Ocidental e pertence à familia das sapotáceas. É um arbusto de porte reduzido atingindo em média 1 metro de altura e inicia a produção de frutos com apenas 20 a 30 cm. de porte. Seu crescimento é bastante lento e é multiplicado exclusivamente pelas sementes. O conjunto das folhas, frutos e porte reduzido a tornam uma planta excepcional para cultivo em vasos podendo ser cultivada em locais de pleno sol e meia-sombra em áreas de pouco espaço onde frutificará várias vezes durante o ano. A planta inicia a produção em torno de 3 a 4 anos após a semeadura.


Essa espécie é ainda desconhecida pela maioria dos consumidores de plantas e seu cultivo está restrito a colecionadores de frutíferas raras. Por ser uma planta de crescimento um tanto lento e bastante rara o custo da muda já em fase de produção é relativamente alto em relação às espécies mais comuns. O custo de mudinhas recém transplantadas é bem mais em conta.


Curiosidade: Essa frutífera já é conhecida nos meios botânicos desde o século XVIII quando o explorador francês Chevalier des Marchais em 1725 em expedição pesquisou essa espécie e outras plantas nativas da África Ocidental. A frutinha lhe chamou a atenção pelo fato dos nativos a mastigarem antes de consumirem os alimentos.

Dicas de cultivo: Devido ao seu porte reduzido pode ser cultivada sempre em vasos . Cultivar em solos preferencialmente ácidos com PH entre 4,5 a 5,8 e principalmente bem drenados. Quando cultivada em locais com excesso de umidade pode ser atacada pelo fungo da ferrugem. O solo ou o substrato do vaso deve ser mantido levemente úmido sem encharcamentos.

Texto e fotos : LUIS BACHER

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sábado, 19 de março de 2016

A RAINHA-DAS-ÁRVORES ( Amherstia nobilis )

Considerada por muitos como a mais bela e nobre das árvores floríferas a Amherstia nobilis Wall. pertence à familia das fabáceas e é originária de Burma ( atual Myanmar ) , pequeno país localizado na Ásia, mais precisamente na porção norte-ocidental da península da Indochina tendo grande parte do seu território coberto por florestas tropicais. Pouco depois do seu descobrimento pelos botânicos o seu cultivo em coleções já teve início em 1837 em Burma e devido à beleza e suas flores foi levada para a Inglaterra onde chegou a florescer em estufas especiais para plantas tropicais. Também encontrada em estado nativo na India a Amherstia é única espécie no gênero e no Brasil  a sua introdução foi através do Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Devido à sua difícil propagação pelo fato da árvore produzir pouquíssimas sementes e a multiplicação vegetativa apresentar poucos resultados satisfatórios, a planta foi pouco disseminada em nosso país e os poucos exemplares existentes são vistos em jardins botânicos e coleções particulares de admiradores de plantas raras. Nas publicações sobre plantas em lingua inglesa a Amherstia recebe os nomes de "Pride of Burma" e "Queen of Flowering Trees"e a espécie realmente faz jus a essas denominações. É árvore copada e densamente folhada com porte de 7 a 18 metros e torna-se simplesmente espetacular quando desabrocha seus longos rácimos de flores vermelhas com as corolas caprichosamente manchadas de amarelo-vivo como se fossem pinceladas. Floresce praticamente o ano todo porém a floração intensifica-se a partir de julho, agosto , setembro e durante os meses mais quentes do ano. Suas brotações apresentam duas a três folhas novas pendentes e de coloração  marron-avermelhadas com textura bastante delicada o que torna a árvore extremamente ornamental mesmo quando sem flores. As vagens quando nova apresentam coloração avermelhada e também chamam a atenção pela beleza.


                                      RAINHA-DAS-ÁRVORES ( Amherstia nobilis )

Cultivo :  A Amherstia requer clima quente, solo rico em matéria orgânica, bem drenado e um bom teor de umidade tanto no ar como na cova, sendo que locais mais indicados para seu cultivo são as faixas litorâneas. Quando cultivada em locais mais secos durante  os meses de estiagem devem ser feitas irrigações periódicas pois suas folhas novas com a falta de umidade tendem a secar. O plantio das mudas deve ser feito em covas espaçosas ( 60 cm. de diâmetro por 60 cm. de profundidade) adubadas com 20 litros de esterco bovino bem curtido (ou 20 litros de terra vegetal) e 500 gramas de farinha-de-ossos ou superfosfato simples. Durante o seu desenvolvimento inicial a coroa ao redor do tronco deve ser ampla e protegida por cobertura morta (mulching), livre de gramíneas ou outras forrações. Após 3 meses de plantio já pode ser iniciada a adubação química trimestral com NPK 10-10-10, primeiramente com 50 gramas e posteriormente aumentando as aplicações conforme o desenvolvimento da planta. Plantas obtidas por alporquia e bem nutridas florescem já no primeiro ano de plantio.
Propagação : As mudas de Amherstia são obtidas através de alporquia e também através de sementes que devem ser colhidas do chão sob pois as vagens quando no ponto de colheita abrem naturalmente expelindo as sementes.

Texto de fotos : LUIS BACHER

Onde encontrar mudas :

DIERBERGER PLANTAS LTDA.
Fazenda Citra - Limeira - SP.
CEASA CAMPINAS - Mercado de Flores  Box R-14
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